Por ali, naqueles interiores do Palácio de Queluz e na brisa sussurrante dos jardins envolventes, há, hoje ainda, um conluio mal dissimulado entre aragem, pássaros, arbustos e alegorias escultóricas para não denunciarem a esquiva presença do fantasma predador de Carlota Joaquina que geme a insatisfação de um cio fogoso, como se nela houvera um disparar carnal, espécie não referenciada de priapismo feminino, trazido de Aranjuez e sobrevivente no além.
Tudo se reduz a nada e, por isso, nada é o que se tem quando se tem tudo. E também se é nada. E não se é muito ou pouco ou tudo . Não há muito nada ou pouco nada. Apenas isto: NADA!.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
PULO DO LOBO (Alentejo - Serpa/Mértola)
Um rio, quando sabe que vai morrer no mar, quer, antes, lembrar às ondas a pujança que lhes não deve.
domingo, 3 de junho de 2012
terça-feira, 16 de novembro de 2010
O VERDADEIRO PERIGO
Peter Drucker - o pai da gestão, malvado cognome - dise que "os erros mais graves não são resultado de respostas erradas. O verdadeiro perigo está em fazer as perguntas erradas".
Por favor, imploro eu, não me perguntem nada, porque já sofro perigos de sobra.
E outra vez Drucker: "Não há países subdesenvolvidos. Há países subgeridos". Dou por sugerido tudo o mais.
Por favor, imploro eu, não me perguntem nada, porque já sofro perigos de sobra.
E outra vez Drucker: "Não há países subdesenvolvidos. Há países subgeridos". Dou por sugerido tudo o mais.
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