Por ali, naqueles interiores do Palácio de Queluz e na brisa sussurrante dos jardins envolventes, há, hoje ainda, um conluio mal dissimulado entre aragem, pássaros, arbustos e alegorias escultóricas para não denunciarem a esquiva presença do fantasma predador de Carlota Joaquina que geme a insatisfação de um cio fogoso, como se nela houvera um disparar carnal, espécie não referenciada de priapismo feminino, trazido de Aranjuez e sobrevivente no além.
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