Tudo se reduz a nada e, por isso,
nada é o que se tem
quando se tem tudo.
E também se é nada.
E não se é muito ou pouco ou tudo .
Não há muito nada ou pouco nada.
Apenas isto: NADA!.
terça-feira, 5 de junho de 2012
ERA INVERNO EM 2011
Em Oeiras à beira Tejo, Janeiro de 2011
Aperitivo de pôr-de-sol para um manjar de estrelas de mesa posta a oferecer-se no escuro dos céus.
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