Tudo se reduz a nada e, por isso,
nada é o que se tem
quando se tem tudo.
E também se é nada.
E não se é muito ou pouco ou tudo .
Não há muito nada ou pouco nada.
Apenas isto: NADA!.
domingo, 9 de maio de 2010
BOLAS
Hoje acenderam-se os lampiões. Em vez de iluminar, acenderam as ruas de ruído com toda a ignara expressão da troca do "l" pelo "c". É urgente reciclá-los, antes de contaminarem Lisboa!
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