Tudo se reduz a nada e, por isso,
nada é o que se tem
quando se tem tudo.
E também se é nada.
E não se é muito ou pouco ou tudo .
Não há muito nada ou pouco nada.
Apenas isto: NADA!.
sábado, 24 de abril de 2010
Bela Adormecida
Embalo o teu sono no berço da minha vigília e semeio beijos nas colinas do teu peito. Acordarei andorinhas na aurora dos teus lábios, em esvoaçado adeus ao luto de colheitas prematuras.
Sem comentários:
Enviar um comentário