Tudo se reduz a nada e, por isso,
nada é o que se tem
quando se tem tudo.
E também se é nada.
E não se é muito ou pouco ou tudo .
Não há muito nada ou pouco nada.
Apenas isto: NADA!.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Prata da Casa
Fui à Rua do Ouro à procura de prata e encontrei ouro na Rua da Prata. Lisboa a estremecer metalicamente nos carris dos transeuntes, multidão solitária de encontros divergentes e o eco dos pregões sufocados sem procura para tanta oferta sorrateira.
Sem comentários:
Enviar um comentário